Tradução: Pierre Vial “Revoltem-se, libertem-se e o velho mundo sucumbirá aos seus golpes”

[Tradução de entrevista concedida ao site Breizh-Info por Pierre Vial, fundador da revista Terre et Peuple em 13 de Fevereiro de 2021 – Pierre Vial : « Révoltez-vous, libérez-vous et le vieux monde s’écroulera sous vos coups » [Interview] (breizh-info.com)]

Não apenas uma revista mas também um movimento cultural e político, Terre et Peuple foi fundada em 1994 pelo Me. Pierre Vial professor de História Medieval na Universidade Jean-Moulin – Lyon III pelos últimos 34 anos. Desde sempre um militante identitário, é também um dos fundadores do GRECE, bem como de movimentos juvenis, antes de se tornar Conselheiro Regional (FN) assim como Conselheiro Municipal de Villeurbanne nos anos 90.

Nós o entrevistamos para conhecer seu ponto de vista, sua ideias sobre o mundo contemporâneo e aquele que nos espera e à juventude, cara ao coração de Pierre Vial.

Breizh-info.com : Se tivesse que se apresentar a nossos leitores, o que diria?

Pierre Vial : Eu procuro ser aquilo que Gramsci intitulou de intelectual orgânico, ou seja, alguém que concilia reflexão com ação. De forma que sempre priorizei meu trabalho meta-político e meu engajamento político, mesmo se em dados períodos, uns tenham sido mais visíveis que outros. Eu sempre tive pouca estima (para ser brando) pelos revolucionários de quarto que fingem pensar (dir-se-ia muito quanto a esta pretensão) mas que na verdade não querem sujar suas mãos de carbono, ao passo que criticam aqueles que o fazem. Além disso, agir é golpear e ser golpeado. Portanto, não se deve jamais ser prudente em demasia.

B-I : Em 1994 você fundou o movimento Terre et Peuple e sua revista. Qual é a situação atual destes?

P.V. : Terre et Peuple ilustra aquilo que eu disse na resposta anterior. Hoje, mais do que nunca, engajar-se neste terreno sem saber precisamente porque fazê-lo é inútil e serve apenas ao inimigo, sempre satisfeito em afirmar que o militante identitário tem grandes músculos e uma ervilha no lugar do cérebro. Por isso ensinamos nossos camaradas a sempre guiarem-se por esta bússola que é a nossa doutrina, racialista, folk, resumido por: Terre (o enraizamento) e Peuple (a identidade racial).

B-I : Desde o seu longo engajamento na política, o mundo e, particularmente, a Europa evoluíram em alta velocidade. Você não tem a impressão, nestes anos recentes, de assistir a uma aceleração ainda maior da História?

P.V. : Há uma certa aceleração da História que se deve à engrenagem na qual se perdeu a sociedade materialista, capitalista, liberal, que nega ameaças e que findará por morrer de inconsciência. Algo que me alegra.

B-I : Como você vê a oposição política e militante a este governo, e mais globalmente, à oligarquia de hoje, na França e na Europa?

P.V. : Todo aquele que, a despeito de sua classificação, se levanta contra o sistema, merece aprovação e apoio. Mas o sistema tem uma grande capacidade de reaver e neutralizar as forças que se opõe a ele. A primeira necessidade é, então, a de abrir os olhos daqueles que desejam permanecer livres, de lhes mostrar aonde estão os verdadeiros desafios, quem são os mestres do jogo. Para virar a mesa sobre a qual este jogo sujo está posto. O nome disto é revolução.

B-I : Como você percebe a manipulação das interdições, das censuras, as repressões dirigidas aos dissidentes de amplo modo, e finalmente, desta guerra levada a cabo pelo GAFA e os governos ocidentais?

P.V. : Os metres dos sistema têm medo. Eles temem que o povo acorde (o populismo), peça as contas e aplique uma justiça expressa. É preciso, então, amordaçar, encarcerar, ver mortos todos aqueles que recusam a servidão.

B-I : Você consagrou o mais recente número da sua revista aos Comunitarismos, Em um momento no qual os detentores da República Francesa procuram criar uma guerra sem misericórdia contra os Separatismos. Os europeus devem considerar a refundação de comunidades organizadas em suas próprias terras?

P.V. O Tartufos que pretendem lutar contra os separatismos fizeram de tudo para que os invasores impusessem cada vez mais arrogantemente sua presença em nosso território. Eles fingem se incomodar: ocorrerá um guerra racial? Mas esta guerra já ocorre todos os dias em nossas ruas. Vamos nos submeter ou enfrentar? Os brancos não podem contar se não com eles mesmos, organizando-se eficazmente pois evidentemente eles não podem contar com as autoridades que perderam toda a credibilidade.

B-I : Você criou e deu vida a movimentos juvenis. Qual mensagem de esperança você daria à juventude que vemos hoje em dia enclausurada para salvar alguns octogenários, e a quem identidade, vitalidade, cultura, educação e mesmo as perspectivas econômicas foram suprimidas ou desviadas?

P.V. : A juventude é a única esperança de um povo, e é por isso que o sistema faz de tudo para desvirtuar, subjugar e controlá-la. É necessário portanto dizê-lo e repeti-lo, sem se cansar, aos rapazes e às moças do nosso sangue: revoltem-se, libertem-se, e o velho mundo sucumbirá aos seus golpes!

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